Vintage 1, ano 2 de investimentos — primeira cohort ativa.
Um loop repetível para lançar 3–4 ventures por ano e fazer compound dos vencedores por décadas.
encontrar workflows onde IA cria vantagem de 10×.
especialistas de domínio + construtores.
equipe pequena, core com IA, iteração rápida.
usuários reais, receita real, sinais honestos.
LTV:CAC importa desde o dia um.
escalar com lucro, construir moats duráveis.
Jess e Andrea passaram a década anterior construindo a inDinero (US$100M+ ARR, 100+ funcionários) e investindo a partir de São Francisco. Amanda e Felipe ficaram com cicatrizes operacionais brasileiras — Amanda escalando a Sigga até um exit de 10×, Felipe construindo a Bamboo DCM no mercado de capitais. Nos conhecemos em 2024 quando os quatro chegamos à mesma conclusão a partir de ângulos opostos: o Brasil tem volume massivo de economia de serviço, talento sênior de engenharia subestimado e quase nenhum capital pré-tração com profundidade operacional. A divisão de trabalho é deliberada: time de São Paulo opera; time de São Francisco traz playbook + capital + rede.
Não são valores. São regras que constrangem comportamento — as decisões que já tomamos para gastar tempo operacional nas que ainda restam.
Somos first-money-in ou não investimos. A vantagem do studio está no momento de fundação.
A gente limita throughput de propósito. Studios que escalam mais rápido que seu stack amadurece degradam a vantagem que justifica o modelo.
Um studio que não consegue articular seu espaço negativo não consegue articular o positivo. Dizer não é a disciplina.
Seja fundador construindo ou investidor buscando exposição AI-native no Brasil — queremos ouvir você.