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Para Fundadores

Co-fundamos empresas AI-native no Brasil — e escrevemos o primeiro cheque.

Se você é um operador do mercado brasileiro com cicatrizes reais de domínio e uma tese AI-native em que você não para de pensar, esta página existe para te dizer exatamente o que oferecemos, o que esperamos, e como o studio efetivamente funciona.

O que oferecemos

Um stack de studio, não uma lista de perks.

Capital

Capital de primeiro cheque, escrito pelo studio.

Primeiro cheque pré-negociado da Avante no dia um — sem corrida de fundraising antes de você contratar seu primeiro engenheiro.

Músculo operacional

Operating partner sênior anexado, semana um.

Um partner que já construiu e fez exit em escala — dentro do código, não em call trimestral. Engajado até seu primeiro milestone de receita.

Infraestrutura

Funil de talento, financeiro, jurídico, segurança — pré-construídos.

Recrutador que já conhece o funil sênior local. Postura SOC2-ready desde a incorporação. Contabilidade que aguenta uma auditoria de Série A.

Distribuição

Pipeline de primeiros 30 clientes, rodado como sprint.

Quando você chega no Estágio 4 (Tração), um sprint estruturado de 90 dias com targets nomeados — não warm intros soltas.

O que esperamos

Um perfil de fundador, não credenciais.

Não filtramos por escolas, títulos anteriores ou currículos de marca. Filtramos pelos cinco itens abaixo — e somos honestos se uma venture não encaixa antes de qualquer lado desperdiçar um trimestre.

  • 1Você opera numa vertical do mercado brasileiro com experiência real de decisão operacional do dia a dia.
  • 2Você está disposto a passar o Estágio 1 (Research) fazendo customer discovery, não construindo produto. A disciplina é o ponto.
  • 3Você consegue descrever seu ICP em uma frase — e já teve pelo menos 10 conversas não-estruturadas com gente desse ICP.
  • 4Você está confortável com o studio mantendo equity significativo em troca do primeiro cheque mais o stack operacional.
  • 5Você enxerga docs internos em inglês como feature, não fricção. Nossa rede de partners cobre São Paulo e San Francisco.
O que é diferente

Três compromissos que a maioria dos studios não cumpre de fato.

Operating partner, não check-writer.

A maioria dos studios supervisiona em board meeting trimestral. Operating partners da Avante ficam no doc de ICP, na planilha de unit economics e nas primeiras dez contratações.

São Paulo + San Francisco, ambos reais.

Não é um 'fundo focado em LATAM baseado em NY'. Metade do time opera no Brasil; a outra metade construiu e fez exit no Vale do Silício. Ambas estão no WhatsApp diário do fundador.

Disciplina de 90 dias para pilot, enforced.

Aprendizado da Sigga (exit 10×). Se você não chega num pilot pago em 90 dias depois de uma conversa séria com cliente, o ICP ou o produto está errado — a gente expõe isso cedo em vez de deixar deal zumbi queimar runway.

Respostas honestas

As perguntas que fundadores fazem antes de assinar.

"Por que não levantar direto com um VC tier-1?"

VCs tier-1 são ótimos para escrever cheques. Não são ótimos para estar no seu código na semana um, desenhar seu script de discovery, ou carregar os primeiros 30 clientes com você. Se sua venture precisa de R$25M e três introduções, levante com a Sequoia. Se precisa de um operating partner que já construiu e fez exit em escala no Brasil, é outro produto — e é o que o studio é.

"Quanto equity o studio fica?"

Economics de studio — suficiente para nos alinharmos por uma década, calibrado para que os fundadores ainda sejam donos da empresa de uma forma que destrava a Série A. Números específicos são compartilhados na primeira call estruturada, não em página pública.

"Preciso me mudar para São Paulo ou San Francisco?"

Não. A maioria dos fundadores com quem trabalhamos já opera em algum ponto do Brasil e fica lá. O studio vai até você — partners visitam, sessões de trabalho acontecem no seu território, e rituais remotos (checkpoints semanais, reviews em loom assíncrono) são desenhados para distância, não contra ela.

"O que acontece se minha venture quebrar?"

Algumas vão quebrar. O studio é construído em torno de stage gates honestos (90 dias para pilot, 6 meses para clientes pagos, 12 meses para readiness de Série A) — se uma venture não passa, temos um protocolo estruturado de wind-down: fundadores mantêm o equity ganho, direitos de IP são claros, e ficamos no canto de qualquer coisa futura que o time construir. Já vivemos isso e tratamos como parte da relação, não cláusula de pior caso escondida em side letter.

"O que um operating partner da Avante faz no dia a dia?"

Primeiros 30 dias: customer discovery junto com o fundador, doc de ICP co-escrito, lista de primeiros dez clientes-alvo montada. Meses 2–6: working sessions semanais no que estiver travando a venture (teste de pricing, loop de contratação, security review, deck de fundraising). Meses 6–12: vira coach + dono de escalações — presente em calls grandes de cliente e investidor, on-call em crises. Depois da Série A: board observer ou cadeira de board, dependendo do que o fundador quiser. Concreto e delimitado — não "disponível para conselhos".

"Quanto tempo dura o engajamento? Quando o studio sai de cena?"

O default são 18 meses de engajamento operacional intensivo, depois transição estruturada para governança só em nível de board. Alguns fundadores querem que o studio fique mais perto por mais tempo; outros querem autonomia operacional total no mês 12. A gente é explícito sobre isso no mês 6 — sem surpresa, sem fade gradual. A relação continua via cap table pela vida da venture, mas o trabalho muda.

Pronto para uma conversa real?

Sem deck necessário. Uma primeira ligação estruturada de 30 minutos: sua tese, nosso frame de diligência, uma leitura honesta sobre se isso encaixa antes de qualquer lado se comprometer com qualquer coisa.

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