Não são valores. São regras que constrangem comportamento. As decisões que já tomamos para gastar tempo operacional nas que ainda restam.
Somos first-money-in ou não investimos. A vantagem do studio está no momento de fundação; não corremos atrás de rounds que não começamos.
Se uma venture não chega num pilot pago em 90 dias de uma conversa séria com cliente, o ICP ou o produto está errado. A gente expõe isso cedo em vez de subsidiar pipeline zumbi.
Não em call trimestral. Não em canal de Slack que esfria. Dentro do doc de ICP, da planilha de unit economics e nas primeiras dez contratações.
A gente limita throughput de propósito. Studios que escalam mais rápido do que seu stack amadurece degradam a própria vantagem que justifica o modelo.
Sempre. Suporte do studio é operacional, nunca relacional. Os primeiros dez clientes enterprise precisam conhecer o fundador, não a marca do studio.
Mapeie quem precisa da sua base de clientes, não quem está na sua categoria. A maioria dos exits vem de compradores adjacentes-de-categoria; o óbvio raramente ganha.
Opcionalidade é o ativo mais subestimado em construção de venture early-stage. Construa para um mercado seco de 18 meses — porque na história do venture brasileiro, os mercados secos sempre chegam.
Verticais industriais punem essa confusão mais duro que qualquer outra. "Funciona num deck" e "funciona numa mina de cobre" não são o mesmo produto.
O time opera em inglês (SF e SP, ambos reais). Clientes, parceiros e docs regulatórios são em português nativo. Ambos não-negociáveis.
Um studio que não consegue articular seu espaço negativo não consegue articular seu espaço positivo. Dizer não é a disciplina.
Estes princípios são públicos por uma razão: um studio que não consegue publicar sua doutrina operacional está operando uma.
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